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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Escolarização e Educação no Interior do Amazonas


Cada dia mais se confunde educação com escolarização, dois termos diferentes que nem sempre caminham juntos, embora devessem. No interior do Estado do Amazonas eles estão cada dia mais distantes.

A educação, como transmissão de conhecimentos úteis para a promoção do bem estar social e individual, deve estar contextualizada; precisa estar profundamente enraizada na realidade em que acontece. Seus enlaces devem ser estabelecidos com a cultura local, com os desejos individuais, com os anseios coletivos, com o ambiente e o meio ambiente que a envolve.

A escola que se posiciona de costas para a realidade onde se insere não educa; ou, mais do que educa, cria angustias, revoltas, traumas, vergonhas, e muitos outros sentimentos e sensações ruins que não contribuem com o bem estar individual e muito menos social.

O triste é que muitos governos, e em especial o Governo do Estado do Amazonas, não consegue perceber isso. E agora, deslumbrado com as tecnologias da informática (informática não é o mesmo que informação), pensa que basta por um professor (talvez o temo mais correto seria informador) em um estúdio em Manaus e um computador ligado a internet em cada um dos confins da floresta e tudo se resolve. Pode este tipo de escolarização promover a educação??

OBS.: O texto postado abaixo (“Ensino à Distancia”) foi escrito por um estudante que estudou uma temporada no sistema tecnológico e trás um pouco de suas impressões.

Adu Schwade

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